A Jovem Guarda foi um movimento cultural e musical que estourou na metade da década de 1960. Enquanto a MPB de engajamento protestava abertamente contra o regime militar instaurado em 1964, as letras de Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa focavam em temas cotidianos, paixões juvenis, carros e no broto que era 'uma brasa, mora?'. Setores da crítica acusavam o movimento de alienação política diante da repressão que o país sofria.
O sucesso da Jovem Guarda no cenário cultural brasileiro da década de 1960, em paralelo aos movimentos de canção de protesto, revela que a indústria cultural da época:
"A maioria dos estudantes reclamou das mudanças no calendário acadêmico, mas a diretoria explicou que a reestruturação era inevitável para cumprir a carga horária legal."
No texto acima, o verbo "reclamou" encontra-se flexionado na terceira pessoa do singular. De acordo com a norma culta, se o redator quisesse realizar a concordância verbal com o termo especificador "estudantes", a frase também estaria correta se escrita da seguinte forma:
"Alugam-se apartamentos por temporada nesta região litorânea. Precisa-se de corretores de imóveis com experiência comprovada para início imediato."
Nos dois anúncios fixados no mural, a palavra "se" exerce funções sintáticas distintas, o que determina diretamente a concordância dos verbos. De acordo com a norma-padrão da língua, as estruturas estão corretas porque:
"Pai, você é o cara! Não adianta, você é um cara sensacional, mas naquele dia você foi o cara."
No diálogo acima, a alternância entre o emprego do artigo definido ("o") e do artigo indefinido ("um") junto ao substantivo "cara" não é aleatória. Esse recurso gramatical é utilizado intencionalmente para:
"Se você manter a calma durante a realização do exame e ver as questões com atenção, conseguirá obter um excelente resultado."
O fragmento de texto instrucional acima apresenta desvios em relação à flexão dos verbos "manter" e "ver", conforme as regras da norma culta tradicional. As formas corretas que substituem os termos em destaque no modo Futuro do Substantivo são:
"As transformações tecnológicas impuseram profundas mudanças no mercado editorial. A transição do livro impresso para os formatos digitais gerou resistências iniciais, mas os leitores contemporâneos parecem cada vez mais habituados as novas plataformas de leitura."
Para atender estritamente aos preceitos da norma-padrão da Língua Portuguesa, o trecho em destaque no texto exige a aplicação do acento grave indicativo de crase em "às novas plataformas de leitura". Essa obrigatoriedade gramatical justifica-se porque:
Texto I:
"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura."
Texto II:
"Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria de quatro à sua procura." (Interpretação Feminina)
Texto III:
"Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria de quatro à sua procura." (Interpretação Masculina)
A comparação entre os Textos II e III demonstra que a mudança na posição da vírgula altera completamente a estrutura sintática e o sentido do período. No Texto III, a presença da vírgula logo após o verbo "tem" faz com que o termo "a mulher" passe a exercer a função sintática de:
"O agronegócio exportou bilhões de dólares na última safra, conquanto os pequenos produtores locais ainda enfrentem dificuldades extremas para conseguir crédito agrícola e escoar a produção familiar pelas estradas rurais."
No período acima, o conectivo em destaque "conquanto" estabelece uma relação de coordenação ou subordinação entre as orações. Do ponto de vista semântico, esse termo introduz uma ideia de:
Uma loja de eletrodomésticos anunciou a venda de uma geladeira pelo preço à vista de R$ 3 000,00. Como alternativa de pagamento, o estabelecimento oferece a opção de parcelamento em duas vezes sem desconto: o cliente faz um pagamento inicial (entrada) de R$ 1 500,00 no ato da compra e quita a segunda parcela de R$ 1 500,00 exatamente um mês após a compra.
Considerando as condições comerciais oferecidas, a taxa mensal de juros embutida na operação de financiamento da segunda parcela é igual a:
Um motorista de aplicativo calcula o valor cobrado por corrida com base em uma tarifa fixa de bandeirada de R$ 4,50, adicionada ao valor de R$ 1,20 por cada quilômetro rodado.
A expressão matemática que descreve a lei dessa função, que relaciona o preço total da corrida (P, em reais) em função da quantidade de quilômetros rodados (x), é representada por: