A linguagem denotativa é aquela em que as palavras são usadas no seu sentido literal, dicionarizado, sendo comum em manuais técnicos e notícias. Já a linguagem conotação permite múltiplos sentidos, figurados e subjetivos, sendo a base da literatura e da publicidade. Entender essa distinção é vital para interpretar corretamente a intenção do autor em diferentes gêneros textuais.
Fonte: Mesquita, R. Gramática da Língua Portuguesa, 2012.
Assinale a frase em que há uso de linguagem CONOTATIVA:
A polifonia textual ocorre quando diferentes vozes ou perspectivas se manifestam dentro de um mesmo texto. No vestibular da URCA, isso é comum em questões que analisam artigos de opinião ou crônicas, onde o autor cita falas de autoridades, vozes do senso comum ou pensamentos de terceiros para reforçar ou contrastar com a sua própria posição discursiva.
Fonte: BAKHTIN, M. Estética da Criação Verbal, 2003.
O termo "polifonia" no texto refere-se à:
A estrutura do texto dissertativo-argumentativo, comum nas redações do IFCE, exige que o autor apresente uma tese central sustentada por argumentos lógicos e uma conclusão que sintetize as ideias ou apresente uma proposta de intervenção. Diferente da narração, seu foco não é o relato de fatos, mas sim a defesa de um ponto de vista sobre um tema de relevância social, política ou cultural.
Fonte: GARCIA, O. M. Comunicação em Prosa Moderna.
O principal objetivo de um texto dissertativo-argumentativo é:
"Que belo serviço fizeste! Conseguiste apagar todos os arquivos do servidor minutos antes da apresentação final."
Fonte: Diálogo extraído de ambiente corporativo.
No contexto da frase, a expressão "Que belo serviço" configura uma:
"O guarda deteve o suspeito em sua casa."
Fonte: Caderno de Exercícios de Sintaxe, 2024.
A frase acima apresenta uma ambiguidade provocada pelo uso do pronome possessivo. Isso ocorre porque não é possível determinar se:
O gênero textual infográfico tem se tornado comum em exames da URCA por aliar a linguagem verbal à não verbal. Ao utilizar gráficos, ícones e textos curtos, ele visa transmitir informações complexas de forma rápida e visual. No contexto jornalístico cearense, é muito utilizado para explicar dados sobre o nível dos reservatórios (como o Castanhão) ou estatísticas de exportação do Porto do Pecém.
Fonte: DIONISIO, A. P. Gêneros Textuais e Multimodalidade, 2011.
Uma característica essencial do gênero infográfico é:
"Os novos alunos do IFCE pararam de utilizar as salas de estudo durante o período de férias."
Fonte: Informativo Interno Acadêmico, 2025.
O verbo "pararam" introduz um pressuposto linguístico na frase. Esse pressuposto é que:
"Alô? Estás a ouvir-me? A ligação está muito instável aqui na Serra da Ibiapaba. Só queria confirmar se o material da conferência já foi enviado."
Fonte: Fragmento de diálogo cotidiano (Simulado 2026).
No trecho acima, a função da linguagem predominante é a:
Na língua portuguesa, a regra das proparoxítonas é a mais simples e abrangente: todas as palavras cuja sílaba tônica é a antepenúltima devem ser acentuadas graficamente. Isso inclui termos científicos, nomes de órgãos e palavras de uso comum. O domínio dessa regra evita erros primários em textos formais e ajuda na correta pronúncia de termos eruditos ou técnicos.
Fonte: Academia Brasileira de Letras. Regras de Acentuação, 2024.
Assinale o grupo onde todas as palavras são proparoxítonas:
Os pronomes relativos são fundamentais para a coesão textual, pois evitam a repetição de termos e introduzem orações subordinadas adjetivas. O pronome "cujo" indica posse e deve concordar em gênero e número com o substantivo que o sucede, nunca admitindo artigo após si. Já o pronome "onde" deve ser utilizado estritamente para indicar lugares físicos, sendo frequentemente substituído de forma errônea em contextos temporais ou abstratos.
Fonte: ROCHA LIMA, C. H. Gramática Normativa da Língua Portuguesa, 2011.
Assinale a alternativa que utiliza corretamente o pronome relativo: