“A modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma fragilização dos laços humanos e uma precarização das relações de trabalho, onde o indivíduo deve ser um empreendedor de si mesmo o tempo todo.”
(BAUMAN, Z. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001).
No contexto do capitalismo contemporâneo, a crítica do autor aponta para:
A "uberização" do trabalho descreve um novo modelo de ocupação onde a autonomia aparente do prestador de serviço esconde uma subordinação algorítmica. O trabalhador, convertido em "empreendedor de si mesmo", assume os riscos do negócio sem as garantias previstas na CLT.
Esse fenômeno sociológico contemporâneo caracteriza-se pela: