A "Uberização" do trabalho é um termo que descreve a tendência global de trabalhadores atuarem como prestadores de serviço autônomos para plataformas digitais, sem vínculos empregatícios tradicionais. Esse modelo é exaltado por defensores da flexibilidade, mas criticado por sociólogos que apontam a transferência dos riscos do negócio do capitalista para o trabalhador, além da ausência de proteção social.
Sob a ótica da sociologia clássica, o fenômeno descrito reflete uma: