“A modernidade líquida em que vivemos traz consigo uma fragilização dos laços humanos e uma precarização das relações de trabalho, onde o indivíduo deve ser um empreendedor de si mesmo o tempo todo.”
(BAUMAN, Z. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001).
No contexto do capitalismo contemporâneo, a crítica do autor aponta para: