"O gado foi o grande agente de ocupação do território cearense, subindo os rios e estabelecendo as fazendas que dariam origem a vilas e cidades no interior da província. Diferente do litoral açucareiro, o sertão criou uma sociedade com maior mobilidade e características culturais próprias."
Considerando o processo de colonização do Ceará descrito no texto, a principal diferença econômica entre a pecuária sertaneja e a lavoura de cana-de-açúcar litorânea residia no fato de que a pecuária:
“Diferente do litoral açucareiro, o sertão cearense organizou-se em torno da pecuária, criando uma sociedade com características próprias, onde a terra era vasta e a mão de obra, muitas vezes, livre ou de parceria.” (Capistrano de Abreu).