“De Stettin, no Báltico, a Trieste, no Adriático, uma cortina de ferro desceu sobre o continente.” (Winston Churchill).
O termo "Cortina de Ferro" simbolizava:
“De Stettin, no Báltico, a Trieste, no Adriático, uma cortina de ferro desceu sobre o continente.” (Winston Churchill).
Embora o Tribunal do Santo Ofício nunca tenha sido formalmente instalado de forma permanente no Brasil Colônia, as Visitações do Santo Ofício às capitanias do Nordeste deixaram marcas profundas. Os visitadores procuravam extirpar práticas heréticas, como o judaísmo oculto (cristãos-novos), a feitiçaria, o luteranismo e as práticas de costumes consideradas desviantes pela Igreja Católica. No Ceará, o medo da denúncia e o controle social exercido pela Inquisição moldaram comportamentos e afetaram a vida económica, uma vez que muitos comerciantes cristãos-novos eram alvos preferenciais devido às suas posses.
Fonte: VAINFAS, R. Dicionário do Brasil Colonial. Objetiva, 2000.
A atuação das Visitações da Inquisição no Brasil Colônia tinha como um dos seus principais objetivos:
“A guerra de Canudos (1896-1897) não foi apenas um conflito religioso, mas uma resposta social à miséria e ao abandono do sertão nordestino.”
O domínio holandês no Nordeste (1630-1654) teve como foco o controle da produção açucareira e o lucrativo tráfico de escravizados. Sob a administração de Maurício de Nassau em Pernambuco, Recife viveu uma era de reformas urbanas, tolerância religiosa e incentivo às artes e ciências. No Ceará, a presença holandesa concentrou-se na busca por sal e na exploração mineral. Após a insurreição pernambucana e a expulsão definitiva dos holandeses, a Coroa Portuguesa intensificou a fortificação do litoral para impedir novas invasões estrangeiras.
Fonte: SCHWARTZ, S. B. Segredos Internos: Engenhos e Escravos na Sociedade Colonial. Companhia das Letras, 1988.
A administração de Maurício de Nassau em Recife destacou-se por:
O período entre a abdicação de D. Pedro I (1831) e a maioridade de D. Pedro II (1840) foi um dos mais instáveis da história brasileira. A ausência de uma figura central de autoridade permitiu o surgimento de revoltas em diversas províncias, com pautas que iam desde o separatismo até o fim da escravidão.
A campanha das "Diretas Já" (1984) mobilizou milhões de brasileiros em torno da aprovação da Emenda Dante de Oliveira.
O início da República brasileira, conhecido como República da Espada, foi marcado por fortes tensões entre o exército e a marinha. A Segunda Revolta da Armada (1893-1894) desafiou diretamente o governo de Floriano Peixoto, o "Marechal de Ferro". Os revoltosos exigiam a convocação de eleições e criticavam a postura centralizadora de Floriano. O conflito estendeu-se para o Sul do país, unindo-se à Revolução Federalista, e foi reprimido com rigor, consolidando a hegemonia militar sobre os setores monarquistas e dissidentes da marinha.
Fonte: CARVALHO, J. M. Os Bestializados: O Rio de Janeiro e a República que não foi. Companhia das Letras, 1987.
A Revolta da Armada refletia, entre outros fatores, a disputa pelo poder na República Velha entre:
No início do século XX, a cidade do Rio de Janeiro passou por reformas urbanas sanitaristas que geraram forte resistência popular, culminando na Revolta da Vacina (1904).
Deseja participar da discussão? Faça login para comentar.