O "Coronelismo" foi uma prática política marcante da República Velha (1889-1930), baseada na troca de favores e no controle do voto.
O mecanismo pelo qual o coronel coagia ou influenciava o eleitor local era chamado de:
O "Coronelismo" foi uma prática política marcante da República Velha (1889-1930), baseada na troca de favores e no controle do voto.
“Considerado o "golpe dentro do golpe", este dispositivo legal suspendeu garantias constitucionais, fechou o Congresso e marcou o início do período mais repressivo do regime militar brasileiro.”
O período entre 1969 e 1973 ficou conhecido como "Milagre Econômico", caracterizado por altas taxas de crescimento do PIB.
Durante o seu segundo governo (1951-1954), Getúlio Vargas enfrentou forte oposição política, mas avançou no projeto nacional-desenvolvimentista.
“O Estado Novo (1937-1945) buscou construir uma identidade nacional pautada no trabalhismo e na centralização do poder, utilizando a propaganda oficial como ferramenta de coesão.”
O Estado Novo (1937-1945), liderado por Getúlio Vargas, foi um período de contradições políticas profundas no Brasil. Ao mesmo tempo em que o regime suprimia liberdades individuais, fechava o Congresso e censurava a imprensa através do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), promovia avanços significativos na legislação trabalhista (CLT) e na industrialização de base, com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional. O governo utilizava uma propaganda massiva para construir a imagem de Vargas como o "Pai dos Pobres", vinculando a figura do ditador ao progresso social e à ordem nacional.
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. Edusp, 2015.
O principal órgão responsável pela censura e pela construção da imagem oficial do governo durante o Estado Novo foi o:
O Estado Novo (1937-1945), liderado por Getúlio Vargas, foi um período de contradições políticas profundas no Brasil. Ao mesmo tempo em que o regime suprimia liberdades individuais, fechava o Congresso e censurava a imprensa através do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), promovia avanços significativos na legislação trabalhista (CLT) e na industrialização de base, com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional. O governo utilizava uma propaganda massiva para construir a imagem de Vargas como o "Pai dos Pobres", vinculando a figura do ditador ao progresso social e à ordem nacional.
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. Edusp, 2015.
O principal órgão responsável pela censura e pela construção da imagem oficial do governo durante o Estado Novo foi o:
Ao contrário do que muitas vezes se imagina, a escravidão indígena não desapareceu com a chegada massiva de africanos. No Ceará e em outras partes do Norte, as chamadas "Guerras Justas" serviram como artifício legal para o apresamento de nativos que resistiam à colonização ou à catequese. O sistema de "resgates" também permitia que indígenas capturados em guerras intertribais fossem comprados por colonos para trabalhar em regime de servidão, sob a justificativa de estarem sendo salvos da morte ritualística.
Fonte: ALENCASTRO, L. F. O Trato dos Viventes: Formação do Brasil no Atlântico Sul. Companhia das Letras, 2000.
A prática do "resgate" mencionada no texto consistia em:
A expansão marítima europeia dos séculos XV e XVI não foi apenas um empreendimento comercial, mas um choque de civilizações que redesenhou o mapa mundi. Portugal, beneficiado pela sua posição geográfica e pela estabilidade política da Dinastia de Avis, liderou o processo com o desenvolvimento da caravela e o uso da cartografia avançada. O "Pacto Colonial", estabelecido entre a metrópole e as terras descobertas, impunha o exclusivo comercial, obrigando as colônias a fornecerem matérias-primas e a consumirem produtos manufaturados europeus, consolidando o mercantilismo.
Fonte: BOXER, C. R. O Império Marítimo Português (1415-1825). Companhia das Letras, 2002.
O principal objetivo do "Pacto Colonial" (ou Exclusivo Comercial) era:
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