"O nacionalismo de 22 não é o nacionalismo de 1914, do "Brasil para os brasileiros", mas um nacionalismo de autodescoberta. Queremos o Brasil com o que ele tem de mais bárbaro e de mais civilizado."
(Mário de Andrade - Manifesto Antropófago)
A Semana de Arte Moderna de 1922 propôs uma ruptura estética com o passado acadêmico. Com base no fragmento e nos princípios modernistas, o conceito de antropofagia cultural defendido por Oswald de Andrade significava:
O Impressionismo, movimento artístico do final do século XIX, revolucionou a pintura ao romper com as linhas rígidas do realismo acadêmico. Artistas como Claude Monet e Renoir buscavam capturar a efemeridade da luz e as variações cromáticas da natureza.
Uma característica técnica central que define a estética impressionista é:
"A gente fumo lá na cidade e vortemo logo, porque o tempo tava fechando."
O uso das formas verbais "fumo" e "vortemo", comuns em certas variedades do português rural brasileiro, deve ser analisado sob a ótica da sociolinguística como: