"Desculpem-me, mas a nossa língua portuguesa é uma das mais difíceis do mundo. Senão, vejamos: um rapaz dizia para a namorada que estava com uma dor de cabeça terrível. A moça, penalizada, sugeriu: 'Toma um analgésico'. Ele tomou, mas a dor continuou. No dia seguinte, ela perguntou: 'E a dor?'. E ele: 'Sumiu'. Ela, então, concluiu: 'Viu? O analgésico assistiu você!'. O rapaz, que era professor de português, corrigiu na hora: 'Não, meu bem. O analgésico me ajudou, quem me assistiu foi o médico, pois o verbo assistir no sentido de dar assistência é transitivo direto, mas na fala informal...'. A moça interrompeu: 'Olha, se a sua dor de cabeça voltou, o problema é seu!'."
No texto, a fala do namorado (professor de português) foca nas regras de regência do verbo "assistir" para explicar o sentido correto da palavra. Essa atitude de usar a língua para explicar a própria língua ou suas regras caracteriza predominantemente a:
TEXTO 19
Nota de Esclarecimento: O IFCE comunica que a interrupção no fornecimento de energia no Campus Fortaleza, ocorrida na última terça-feira, deveu-se a uma manutenção emergencial na rede de alta tensão pela concessionária local. As atividades acadêmicas serão normalizadas integralmente a partir de amanhã, quarta-feira.
Considerando o objetivo do Texto 19, a função da linguagem que nele predomina é a:
“Alô? Você está me ouvindo? A conexão aqui no Crato está oscilando um pouco devido à chuva, mas creio que agora a comunicação se estabilizou. Está na escuta?”
O Dicionário Houaiss define a palavra "Saudade" como um sentimento nostálgico causado pela ausência de algo, de alguém, de um lugar ou pela vontade de reviver experiências prazerosas.
Quando um texto utiliza o código (a língua) para explicar o próprio código, como ocorre em definições de dicionários ou poemas que falam sobre o ato de escrever, predomina a:
"Alô? Está me ouvindo? O sinal está um pouco ruim, você consegue me escutar agora?"
Nesse diálogo, a linguagem é utilizada com o objetivo principal de testar o canal de comunicação entre o emissor e o receptor. Essa função da linguagem é denominada:
"Não perca esta oportunidade única! Compre já o seu bilhete e mude a sua vida hoje mesmo!"
Neste texto publicitário, predomina a função conativa (ou apelativa), que se caracteriza por: