"O coronelismo não era apenas o arbítrio de um chefe político local baseado na violência de seus capangas. Era, acima de tudo, um sistema político de compromissos recíprocos. O coronel garantia os votos da sua região para os candidatos do governador do estado; em troca, o governador concedia verbas para obras locais, cargos públicos para os aliados do coronel e autonomia para ele mandar no município."
O arranjo institucional que sustentava o jogo de poder descrito no texto, vinculando o poder local dos coronéis ao Governo Federal durante a Primeira República no Brasil, ficou conhecido historicamente como: