O poema Antífona, de Cruz e Sousa, apresenta versos como: "Ó Formas alvas, brancas, Formas claras / de luares, de neves, de neblinas! / Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... / Incensos dos turíbulos das aras!". A repetição de termos que remetem à cor branca e a sensações etéreas, aliada à busca pela musicalidade, marca este texto como pertencente ao: