A obra "Abaporu" (1928), de Tarsila do Amaral, tornou-se o símbolo do Movimento Antropofágico no Brasil. A figura apresenta um homem com pés e mãos enormes e uma cabeça minúscula, sentado ao lado de um cacto sob um sol escaldante.
A desproporção anatômica da personagem (membros grandes e cabeça pequena) sugere uma crítica social voltada para: