A sucessão ecológica é o processo gradual de mudança na estrutura de uma comunidade biológica ao longo do tempo. Inicia-se com as espécies pioneiras (como líquenes e briófitas), que são capazes de colonizar ambientes inóspitos, modificando o solo e permitindo a chegada de comunidades mais complexas. O estágio final, caracterizado pela máxima biodiversidade e equilíbrio estável entre a comunidade e o ambiente, é chamado de clímax. No Ceará, a recuperação de áreas degradadas de caatinga segue esse padrão, embora a aridez possa retardar o avanço para as fases arbustivas e arbóreas.
Fonte: ODUM, E. P. Fundamentos de Ecologia. Cengage Learning, 2010.
As espécies que iniciam o processo de sucessão ecológica em uma rocha nua são chamadas de: