O Estado Novo (1937-1945), liderado por Getúlio Vargas, foi um período de contradições políticas profundas no Brasil. Ao mesmo tempo em que o regime suprimia liberdades individuais, fechava o Congresso e censurava a imprensa através do DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda), promovia avanços significativos na legislação trabalhista (CLT) e na industrialização de base, com a criação da Companhia Siderúrgica Nacional. O governo utilizava uma propaganda massiva para construir a imagem de Vargas como o "Pai dos Pobres", vinculando a figura do ditador ao progresso social e à ordem nacional.
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. Edusp, 2015.
O principal órgão responsável pela censura e pela construção da imagem oficial do governo durante o Estado Novo foi o: