"O falar cearense é um patrimônio cultural que vai além do vocabulário, englobando uma entonação e um ritmo próprios. Expressões como ‘rebolar no mato’ (jogar fora), ‘frescar’ (fazer brincadeira) ou ‘abestado’ (tolo) são exemplos de como a língua é viva e se adapta regionalmente. O preconceito linguístico, no entanto, ainda marginaliza falantes que utilizam essas variantes em contextos formais, ignorando que não existe variação superior a outra do ponto de vista linguístico." (Fonte: Adaptado de MONTEIRO, José Lemos. O Português do Ceará. Ed. UFC, 2000).
Sobre as variações linguísticas regionais abordadas no texto, é correto afirmar: