Durante um telefonema, expressões como "Alô?", "Tô te ouvindo", "Entende?" ou "Pois é..." são usadas constantemente pelos interlocutores.
Nesses casos, a linguagem está focada em testar ou manter o canal de comunicação aberto, predominando a:
Gregório de Matos, conhecido como "Boca do Inferno", foi o maior expoente do Barroco no Brasil. Suas poesias dividiam-se entre o sagrado e o profano.
O estilo barroco caracteriza-se pelo dualismo e pelo uso constante de:
"Na terra, o homem; no céu, as estrelas." Nesse trecho, o autor omitiu o verbo "haver" ou "estar" na segunda parte da frase para evitar a repetição desnecessária.
Essa omissão de um termo que já foi mencionado anteriormente no texto chama-se:
O Meme tornou-se um dos gêneros digitais mais populares da internet, combinando imagem e texto para gerar humor ou crítica através da viralização.
A principal característica do meme para que ele cumpra sua função social é a:
A Ambiguidade ocorre quando uma frase permite mais de uma interpretação, o que pode prejudicar a clareza do texto.
No trecho: "O garoto viu o homem com o binóculo", a ambiguidade reside no fato de que não se sabe se:
As palavras "saúde", "país" e "baú" são acentuadas graficamente pela mesma regra da língua portuguesa.
Essa regra justifica o acento em virtude de as vogais "i" e "u" formarem:
A linguagem pode ser utilizada em seu sentido literal ou figurado. No enunciado "Aquela mulher é uma fera em matemática!", a palavra "fera" foi empregada em sentido:
O Indianismo foi a tendência inicial do Romantismo brasileiro. Autores como José de Alencar transformaram o indígena em um herói nacional, dotado de virtudes cavalheirescas.
Essa representação do indígena tinha como objetivo principal:
A Semana de Arte Moderna de 1922 chocou a elite paulistana ao propor uma ruptura com o Parnasianismo e o Academicismo, defendendo a liberdade estética e a valorização do cotidiano.
Uma das principais inovações formais da poesia modernista da primeira fase foi:
"O bonde passa cheio de pernas: / pernas brancas pretas amarelas." (Carlos Drummond de Andrade). Nos versos acima, o autor utiliza uma figura de linguagem que substitui o "todo" (as pessoas) por uma "parte" (as pernas).
Essa figura de linguagem é conhecida como: